quarta-feira, 3 de março de 2010

Psicologia da Arte no Pós Modernismo - a estética urbana, a arte de rua e seu impacto nos cidadãos

Partindo do conceito de estética e empatia em Theodor Lipps, o trabalho terá como intuíto apresentar um olhar sucinto, embasado e original, através de um convite a reflexão sobre as situações urbanas enquanto campo de significação e percepção, tais como seus aspectos e conflitos sociais. Através de observações sobre a estética urbana, sua relação com o público e seus modos de apropriação pela coletividade, o intuíto será a identificação dos estímulos presentes neste contexto, como/porque estes são desencadeados e sua influência nos observadores, sendo assim um foco menos no que é visto e mais no que é sentido.
O social será abordado em sua dimensão conflitiva, e a arte como participante desta dimensão, propondo uma reflexão sobre o que é, o que deveria ser e o que têm sido esses espaços da urbanidade eminentemente conflitantes, assim, tais práticas artisticas podem contribuir para a compreensão de alterações que ocorrem no urbano, e rever seus próprios papeis diante de tais transformações, sendo a estética urbana um campo que embora necessariamente centrado no estético, em muito o transcende, seja por envolver a dimensão histórico-social ou por emergir de fenômenos que não podem ser abrangidos pela estrita designação da arte, para tal, se estudará a sensibilidade etética como geradora de novos olhares sobre os espações de vivencia.
Para abordar essa transcendência estética, serão utilizados rereferênciais teóricos da fenomenôlogia da percepção e do campo da filosofia estética, Merleau-Ponty, Bachelard, Dufrenne, Quintás e outros que surgirão no desenvolvimento.

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